Por TV Brasil
No terceiro episódio do Caçadores da Alma, o diretor Silvio Tendler mira sua lente para o fotojornalismo, modalidade na qual uma legião de fotógrafos se notabilizou pela cobertura da informação para veículos de comunicação nacional e estrangeira.
“Esse pecado original da fotografia está relacionado com o fato de ela ter nascido para o registro do real. Só que o homem realiza nesse sentido, mas também de uma forma transformadora, porque a fotografia é um fragmento a partir de sua escolha. E esta escolha é precedida pelo seu universo, cheio de preocupações, sensibilidades, vivências, referências e influências”, afirma o mestre Luis Humberto, primeiro professor titular de fotografia numa universidade brasileira, com passagem pelas revistas Veja, Isto É, Jornal do Brasil e diversas publicações da Editora Abril, entre outros veículos.
Presente desde os primórdios da história da fotografia, o fotojornalismo é retratado, neste episódio, a partir da depoimentos que dão conta da sua importância, da função do repórter fotográfico, da possibilidade de interferência numa cena antes dela ser clicada e dos limites éticos no registro de imagens de violência e dos famosos paparazzi.
Estão neste episódio os seguintes fotógrafos: Daniel Kfouri, Luis Humberto, Alberto Jacob, Custódio Coimbra, Iatâ Cannabrava, Wilson Pedrosa, Marcio RM, Antônio Scorza, Januário Garcia, Orlando Brito, André Dusek, Walter Firmo, Alcy Cavalcanti e Bob Wolfenson.
Assista
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Fotógrafo norte-americano lança livro sobre o carnaval de Pernambuco
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| Multidão toma conta da Rua do Bom Jesus, no Recife Antigo. Foto: Jason Gardner |
Por AD Luna/Diários Associados
Por mais que se leia diversos textos ou se assista a inúmeras reportagens televisivas, para realmente entender o espírito do Carnaval de Pernambuco, é preciso vir aqui, passear pelas ruas e interagir com seus personagens. Foi justamente isso que fez o fotógrafo norte-americano Jason Gardner. Entre os anos de 2004 e 2010, ele visitou o Estado e registrou suas experiências momescas no livro A flower in the mouth: the beauty and burden of Carnaval in Pernambuco. A obra será lançada neste domingo (9), às 18h, na Torre Malakoff, no Bairro do Recife.
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| Jason também registrou cerimônia religiosa no terreiro da Nação Xambá. Foto: Jason Gardne |
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| Caboclo de lança foi um dos ícones da folia clicados para o livro. Foto: Jason Gardner |
Veja vídeo do fotógrafo sobre o livro
O livro de Gardner possui fotos de eventos e manifestações culturais que acontecem durante o Carnaval e na semana pré da folia, em Olinda, Recife e na Zona da Mata Norte de Pernambuco. O norte-americano está em negociações com instituições locais (entre elas, a Fundarpe) e nacionais para fazer uma nova prensagem do livro no país. Parte do material do livro já foi mostrado em exposições com apoio do Consulado Brasileiro em Nova York, São Francisco e Los Angeles. Ele visitou o Brasil pela primeira vez há 10 anos e vem registrando o carnaval de Pernambuco há seis.
Serviço
Lançamento de A flower in the mouth: the beauty and burden of Carnaval in Pernambuco
Quando: Neste domingo (9), às 18h
Onde: Torre Malakoff, Praça do Arsenal, Bairro do Recife
Quanto: Entrada Gratuita
Preço do livro: R$ 100
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Workshop sobre fotografia contemporânea abre inscrições
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| Foto: Shutterstock |
O Capibaribe Centro da Imagem (CCI) promove, nos dias 17 e 18 de fevereiro, às 19h30, o workshop Fotografia às Avessas. O curso tem ênfase nas novas configurações da fotografia contemporânea e é ministrado pelo fotógrafo gaúcho Edu Monteiro, colaborador da revista National Geografic.
A oficina custa R$ 150 por pessoa. Os interessados podem se inscrever pelos telefones (81) 3032.2500 e 9601.8847 ou pelo e-mail contato@cci.art.br.
O Capibaribe Centro da Imagem fica na Rua da Aurora, 533, no bairro da Boa Vista, no Recife.
Cecil Beaton e a menina ferida
Images & Visions
Cecil Beaton (1904-1980), que foi um dos mais aclamados fotógrafos britânicos do século passado, se tornou conhecido por suas fotografias de moda que realizou para as revistas Vanity Fair e Vogue na década de 20, e por suas fotos de celebridades em Hollywood. Também o tornaram famoso as fotos da Segunda Guerra Mundial, feitas quando ele cobria o conflito na Inglaterra e no exterior para o Ministério da Informação do governo Winston Churchill.
Uma fotografia em particular, cimentou a reputação de Beaton como um homem capaz de narrar o terror, assim como a beleza. Esta célebre imagem de Beaton, a de uma jovem garota chamada Eileen Dunne, ferida em um bombardeio alemão, foi publicada na capa da revista Life, mostra a jovem de olhos arregalados, de cerca de três anos de idade, num hospital de Londres.
Cecil Beaton (1904-1980), que foi um dos mais aclamados fotógrafos britânicos do século passado, se tornou conhecido por suas fotografias de moda que realizou para as revistas Vanity Fair e Vogue na década de 20, e por suas fotos de celebridades em Hollywood. Também o tornaram famoso as fotos da Segunda Guerra Mundial, feitas quando ele cobria o conflito na Inglaterra e no exterior para o Ministério da Informação do governo Winston Churchill.
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| Jovem garota Eileen Dunne ferida em um bombardeio alemão. Inglaterra, 1940. (Foto: Cecil Beaton) |
Rolezinho Fotográfico ao Cajueiro de Pirangi
Por Alex Gurgel/Blog Grande Ponto/Portal NoAr
A Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto) convida sócios, amigos, parceiros, simpatizantes e todos os fotógrafos de Natal para fotografar o Cajueiro de Pirangi, considerado pelo Guiness Book como o Maior Cajueiro do Mundo.
Em 2012, quando foram construir o caramanchão – estrutura feita para impedir que os galhos do cajueiro continuassem a ocupar a avenida Deputado Marcio Marinho, a planta pegou um fungo que estava prejudicando suas folhas, flores e frutos.
Concentração no Posto Planalto
Não haverá cobranças de taxas no “Rolezinho Fotográfico”. A saída será as 08h00 da manhã, com concentração no Posto Planalto (próximo ao Natal Shopping). Cada um vai nos seus carros e quem não tiver carro é só chegar ao Posto Planalto que vai de carona.
A caravana do Rolezinho vai parar na Barreira do Inferno para fotografar os equipamentos turísticos que estão expostos; e vai parar também na feirinha de frutas do Pium, para fotografar o colorido da feirinha e sua capelinha.
SERVIÇO
Rolezinho Fotográfico
Dia | 23 de fevereiro – DOMINGO
Saída | 08h00
Local | Posto Planalto
NÃO PAGA NADA
Realização: Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto)
Apoio Cultural: Mercado da Foto, Engenho de Fotos, Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil (RPCFB) e Ong ZooN.
A Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto) convida sócios, amigos, parceiros, simpatizantes e todos os fotógrafos de Natal para fotografar o Cajueiro de Pirangi, considerado pelo Guiness Book como o Maior Cajueiro do Mundo.
Em 2012, quando foram construir o caramanchão – estrutura feita para impedir que os galhos do cajueiro continuassem a ocupar a avenida Deputado Marcio Marinho, a planta pegou um fungo que estava prejudicando suas folhas, flores e frutos.
Concentração no Posto Planalto
Não haverá cobranças de taxas no “Rolezinho Fotográfico”. A saída será as 08h00 da manhã, com concentração no Posto Planalto (próximo ao Natal Shopping). Cada um vai nos seus carros e quem não tiver carro é só chegar ao Posto Planalto que vai de carona.
A caravana do Rolezinho vai parar na Barreira do Inferno para fotografar os equipamentos turísticos que estão expostos; e vai parar também na feirinha de frutas do Pium, para fotografar o colorido da feirinha e sua capelinha.
SERVIÇO
Rolezinho Fotográfico
Dia | 23 de fevereiro – DOMINGO
Saída | 08h00
Local | Posto Planalto
NÃO PAGA NADA
Realização: Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto)
Apoio Cultural: Mercado da Foto, Engenho de Fotos, Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil (RPCFB) e Ong ZooN.
"Foi difícil vencer o ambiente masculinizado da fotografia de jornal", diz Márcia Foletto
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| Márcia Foletto, repórter fotográfica de O Globo (Foto: Autor não informado pela reportagem/Todos os Direitos Reservados) |
Portal Imprensa
O potencial transformador da imagem e da palavra foram os combustíveis que levaram Márcia Foletto a trabalhar com as duas ferramentas. Jornalista e fotógrafa, iniciou a carreira no diário A Razão. Passou por dois veículos do Grupo RBS, Pioneiro e Diário Catarinense, e desde 1991 integra a equipe de O Globo (RJ), passando primeiramente pela editoria dos "Jornais de Bairro", depois pela "Rio", onde cobre assuntos de cidade, polícia, meio-ambiente e política.
Márcia participou de diversas coberturas importantes, como a Rio-92, a chacina da Candelária em 1993 e as eleições presidenciais de 1994, 1998, 2002, 2006 e 2010. Em um período mais recente, se especializou na cobertura de "Cidade" e "Polícia", registrando também o dia a dia da guerra urbana.
Finalista da 10ª edição do "Troféu Mulher IMPRENSA" na categoria "Repórter Fotográfica", ela concorre ao lado Ana Carolina Fernandes (Reuters / fotógrafa freelancer), Annaclarice Almeida (Diário de Pernambuco – PE), Marlene Bergamo (Folha de S.Paulo) e Monique Renne (Correio Braziliense). Em entrevista à IMPRENSA, a jornalista falou sobre momentos importantes de sua carreira e os desafios da profissão.
Quais são as dificuldades de exercer o fotojornalismo?
As dificuldades vão mudando ao longo das décadas. Já foi difícil vencer o ambiente masculinizado da fotografia de jornal onde para as mulheres era reservado apenas matérias leves e retratos. Também foi difícil aprender a trabalhar com um equipamento cada vez mais pesado e manter a força física para realizar os trabalhos. Mas, hoje, o grande desafio para nós fotojornalistas é trabalhar com a velocidade da informação, onde a foto precisa estar no ar imediatamente. Buscar uma imagem significativa e diferente com a urgência da internet é a maior dificuldade.
O que você mais admira na profissão?
O que me levou a fazer jornalismo, ainda na adolescência: a capacidade de transformação e de fazer sentir provocados por uma bela imagem ou uma boa reportagem.
Você ganhou um prêmio por uma foto de crianças sendo revistadas por soldados do Exército em uma favela do Rio de Janeiro (RJ). Como foi fazer essa imagem?
Em 1994, fiz uma foto de crianças que voltavam da escola no Morro Dona Marta, em Botafogo. A favela estava ocupada pelo Exército, durante a Operação Rio II e eles estavam revistando todos, inclusive as crianças. A foto mostrou vários dos estudantes, com idade entre 8 e 12 anos, com as mãos encostadas na parede, sendo revistadas por soldados armados. A foto foi publicada no capa d'O Globo no dia seguinte e chocou o país. Imediatamente, o Exército suspendeu a revista em crianças. Um exemplo de uma fotografia que transforma. Esta imagem foi premiada com o Prêmio Finep de Fotojornalismo em 1995.
Qual foi o trabalho que mais marcou para você em 2013?
Em 2013, eu fiquei metade do ano sem fotografar por problemas de saúde, mas fiz uma imagem, em setembro que foi marcante para mim. Uma cena surreal na Central do Brasil. Enquanto homem acusado de roubo é revistado pelo policial militar, adolescente tentar furtar sua carteira. O mais incrível da cena é que o menor não se sente intimidado pelo policial e muito menos pela câmera, que estava a poucos metros. Esta imagem faz parte de uma sequência de fotos, onde o menino tenta por três vezes pegar a carteira do homem, até todos serem liberados pela polícia.
Como foi saber da indicação ao prêmio?
Para mim, o grande prêmio é ser lembrada e indicada todos os anos por colegas jornalistas. Isso é que me enche de orgulho.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
PROGESP/UFRN divulga relação dos classificados no minicurso de Fotografia
Agecom/UFRN
A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGESP) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Viver em Harmonia, divulga a relação dos servidores ativos e inativos, além de funcionários terceirizados da Instituição, classificados para o Minicurso de Fotografia.
A turma 1 teve início nesta segunda-feira, 3, e a turma 2, no próximo dia 17, de segunda-feira a sexta-feira, das 18h às 21h, na sala 1 do Departamento de Educação Física (DEF). A turma 3 iniciará no dia 10 de março, com aulas de segunda-feira a quinta-feira, das 18h às 21h, também no DEF.
A lista com os nomes dos selecionados está disponível no endereço eletrônico: http://www.progesp.ufrn.br/noticia.php?id=12200464. Mais informações, entrar em contato pelos telefones: 3215-3270 ou 3342-2296, ramal 116, ou 9474-66674 ou ainda pelo e-mail: viveremharmonia@reitoria.ufrn.br.
Minicurso
A capacitação será realizada pelo fotógrafo da Reitoria, Cícero Oliveira, vencedor de prêmios em concursos da área, como o do Banco do Nordeste, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA) e da Comissão Permanente de Apoio a Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais (CAENE). Ele também já ministrou aulas de fotografia na Universidade Potiguar (UnP) e na Faculdade Câmara Cascudo.
A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGESP) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), por meio do Viver em Harmonia, divulga a relação dos servidores ativos e inativos, além de funcionários terceirizados da Instituição, classificados para o Minicurso de Fotografia.
A turma 1 teve início nesta segunda-feira, 3, e a turma 2, no próximo dia 17, de segunda-feira a sexta-feira, das 18h às 21h, na sala 1 do Departamento de Educação Física (DEF). A turma 3 iniciará no dia 10 de março, com aulas de segunda-feira a quinta-feira, das 18h às 21h, também no DEF.
A lista com os nomes dos selecionados está disponível no endereço eletrônico: http://www.progesp.ufrn.br/noticia.php?id=12200464. Mais informações, entrar em contato pelos telefones: 3215-3270 ou 3342-2296, ramal 116, ou 9474-66674 ou ainda pelo e-mail: viveremharmonia@reitoria.ufrn.br.
Minicurso
A capacitação será realizada pelo fotógrafo da Reitoria, Cícero Oliveira, vencedor de prêmios em concursos da área, como o do Banco do Nordeste, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA) e da Comissão Permanente de Apoio a Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais (CAENE). Ele também já ministrou aulas de fotografia na Universidade Potiguar (UnP) e na Faculdade Câmara Cascudo.
Editora britânica elimina fotógrafos de jornais locais
Por Roy Greenslade. Tradução e edição para o Observatório da Imprensa: Leticia Nunes
Será que virou tendência? A editora britânica Johnston Press anunciou que seus jornais na região central da Inglaterra não terão mais fotógrafos profissionais contratados. A partir de agora, as publicações da região das Midlands contarão com imagens de fotógrafos freelancers e deverão ampliar o uso de fotos enviadas por leitores e tiradas por repórteres com seus telefones celulares.
A maioria dos fotojornalistas dos jornais dos condados de Lincolnshire, Warwickshire, Northamptonshire e Buckinghamshire aceitou pacotes de demissão voluntária. Segundo um porta-voz da Johnston Press, a decisão de eliminar os cargos foi tomada a partir de uma revisão sobre “como o conteúdo fotográfico é gerado”.
Há relatos de que a companhia tem planos similares para seus jornais na Escócia. Em 2012, o posto de editor-chefe foi eliminado no The Scotsman, de Edimburgo. Na ocasião, a Johnston Press afirmou que pretendia criar uma estrutura mais linear e eficiente de gerenciamento do jornal.
Culpa da economia e da tecnologia
Em sua coluna sobre mídia no Guardian, o professor de jornalismo Roy Greenslade afirma que os fotógrafos devem reconhecer que seu papel na indústria jornalística mudou por conta da “combinação da revolução digital com a economia dos jornais”. Ele avalia a decisão da Johnston Press:
“Esta ação não é uma surpresa. De fato, a surpresa é não ter acontecido antes. Depender de freelancers – e, é claro, de cidadãos com smartphones – para obter imagens é muito mais barato do que ter fotógrafos na equipe.
Sim, haverá aqueles que argumentarão que o resultado, em termos de qualidade, será pobre. Mas eu duvido que este será o caso em jornais semanais locais. Hoje em dia, todo mundo pode tirar, e tira, fotos automaticamente.
Não acontecem eventos – seja incêndios, festas, acidentes na estrada, gatos em árvores, o que for – sem que haja alguém pronto a tirar uma foto. Os fotógrafos de jornais se tornaram desnecessários”.
No ano passado, o Chicago Sun-Times eliminou seu departamento de fotografia, demitindo 28 profissionais. Na ocasião, o jornal americano anunciou que treinaria seus repórteres para tirar fotos com iPhones. Em dezembro, o sindicato que representa parte dos funcionários do Sun-Times conseguiu um acordo para que alguns dos fotógrafos fossem recontratados.
Será que virou tendência? A editora britânica Johnston Press anunciou que seus jornais na região central da Inglaterra não terão mais fotógrafos profissionais contratados. A partir de agora, as publicações da região das Midlands contarão com imagens de fotógrafos freelancers e deverão ampliar o uso de fotos enviadas por leitores e tiradas por repórteres com seus telefones celulares.
A maioria dos fotojornalistas dos jornais dos condados de Lincolnshire, Warwickshire, Northamptonshire e Buckinghamshire aceitou pacotes de demissão voluntária. Segundo um porta-voz da Johnston Press, a decisão de eliminar os cargos foi tomada a partir de uma revisão sobre “como o conteúdo fotográfico é gerado”.
Há relatos de que a companhia tem planos similares para seus jornais na Escócia. Em 2012, o posto de editor-chefe foi eliminado no The Scotsman, de Edimburgo. Na ocasião, a Johnston Press afirmou que pretendia criar uma estrutura mais linear e eficiente de gerenciamento do jornal.
Culpa da economia e da tecnologia
Em sua coluna sobre mídia no Guardian, o professor de jornalismo Roy Greenslade afirma que os fotógrafos devem reconhecer que seu papel na indústria jornalística mudou por conta da “combinação da revolução digital com a economia dos jornais”. Ele avalia a decisão da Johnston Press:
“Esta ação não é uma surpresa. De fato, a surpresa é não ter acontecido antes. Depender de freelancers – e, é claro, de cidadãos com smartphones – para obter imagens é muito mais barato do que ter fotógrafos na equipe.
Sim, haverá aqueles que argumentarão que o resultado, em termos de qualidade, será pobre. Mas eu duvido que este será o caso em jornais semanais locais. Hoje em dia, todo mundo pode tirar, e tira, fotos automaticamente.
Não acontecem eventos – seja incêndios, festas, acidentes na estrada, gatos em árvores, o que for – sem que haja alguém pronto a tirar uma foto. Os fotógrafos de jornais se tornaram desnecessários”.
No ano passado, o Chicago Sun-Times eliminou seu departamento de fotografia, demitindo 28 profissionais. Na ocasião, o jornal americano anunciou que treinaria seus repórteres para tirar fotos com iPhones. Em dezembro, o sindicato que representa parte dos funcionários do Sun-Times conseguiu um acordo para que alguns dos fotógrafos fossem recontratados.
Livro de ícone da fotografia colorida será lançado no Brasil em setembro
Por Entretempos
“The Nature of Photographs”, livro teórico do americano Stephen Shore será lançado no Brasil, em setembro, pela Cosac Naify.
A obra apresenta imagens do próprio autor, de outros nomes clássicos e até anônimos, em que comenta as diferentes visões sobre o suporte. Segundo Miguel del Castillo, responsável pela área de fotografia da editora, “o livro mostra desde trabalhos icônicos a fotografias perdidas, de negativos até arquivos digitais, explorando desde tópicos mais básicos –foco, planos, impressão, etc.– de um jeito nada óbvio, até os mais complexos, como a percepção do que é visto e do que está no imaginário”.
O livro é baseado em aulas ministradas por Shore no Bard College, em Nova York. A versão de “The Nature of Photographs” que será lançada no Brasil é a mesma edição revista e ampliada pelo autor em 2007, pela Phaidon.
“The Nature of Photographs”, livro teórico do americano Stephen Shore será lançado no Brasil, em setembro, pela Cosac Naify.
A obra apresenta imagens do próprio autor, de outros nomes clássicos e até anônimos, em que comenta as diferentes visões sobre o suporte. Segundo Miguel del Castillo, responsável pela área de fotografia da editora, “o livro mostra desde trabalhos icônicos a fotografias perdidas, de negativos até arquivos digitais, explorando desde tópicos mais básicos –foco, planos, impressão, etc.– de um jeito nada óbvio, até os mais complexos, como a percepção do que é visto e do que está no imaginário”.
O livro é baseado em aulas ministradas por Shore no Bard College, em Nova York. A versão de “The Nature of Photographs” que será lançada no Brasil é a mesma edição revista e ampliada pelo autor em 2007, pela Phaidon.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Concurso fotográfico Você na Folia abre inscrições
Por NE10
Que tal ganhar um passaporte com direito a acompanhante para um dos camarotes mais badalados do Carnaval do Recife? Quem quer dançar muito nas festas de Momo tem a oportunidade única de concorrer a ingressos para o Casarão do Recife Antigo deste ano. Trata-se do Concurso “Você na Folia” do NE10, patrocinado pela Bem-te-vi e Esposende. Para participar, basta usar a criatividade e tirar uma foto fantasiado para o Carnaval e enviar para o site www.vocenafolia.com.br. A imagem mais votada na página da promoção ganhará o prêmio.
Os foliões têm até o dia 24 de fevereiro, às 11h (horário do Recife), para se inscrever. O cadastro é muito simples: acesse o site da promoção (http://produtos.ne10.uol.com.br/vocenafolia/), preencha o formulário da aba Cadastro, envie a sua foto e vá em busca do maior número possível de votos. Vale compartilhar, a partir do próprio site, nas redes sociais como Facebook e Twitter.
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| O ganhador terá direito a um dia no Casarão Recife Antigo da TV Jornal, com acompanhante. |
O resultado do concurso será divulgado às 16h do dia 24 de fevereiro. O vencedor terá que passar na sede do NE10, que fica na Rua Capitão Lima, nº 250, no bairro de Santo Amaro, no Recife, para pegar o seu ingresso, em horário comercial.
Confira o regulamento completo do Concurso Você na Folia no link http://produtos.ne10.uol.com.br/vocenafolia/regulamento/index.php
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