Por Alex Gurgel/Blog Grande Ponto/Portal NoAr
A Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto) convida sócios, amigos, parceiros, simpatizantes e todos os fotógrafos de Natal para fotografar o Cajueiro de Pirangi, considerado pelo Guiness Book como o Maior Cajueiro do Mundo.
Em 2012, quando foram construir o caramanchão – estrutura feita para impedir que os galhos do cajueiro continuassem a ocupar a avenida Deputado Marcio Marinho, a planta pegou um fungo que estava prejudicando suas folhas, flores e frutos.
Concentração no Posto Planalto
Não haverá cobranças de taxas no “Rolezinho Fotográfico”. A saída será as 08h00 da manhã, com concentração no Posto Planalto (próximo ao Natal Shopping). Cada um vai nos seus carros e quem não tiver carro é só chegar ao Posto Planalto que vai de carona.
A caravana do Rolezinho vai parar na Barreira do Inferno para fotografar os equipamentos turísticos que estão expostos; e vai parar também na feirinha de frutas do Pium, para fotografar o colorido da feirinha e sua capelinha.
SERVIÇO
Rolezinho Fotográfico
Dia | 23 de fevereiro – DOMINGO
Saída | 08h00
Local | Posto Planalto
NÃO PAGA NADA
Realização: Associação Potiguar de Fotografia (Aphoto)
Apoio Cultural: Mercado da Foto, Engenho de Fotos, Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil (RPCFB) e Ong ZooN.
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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O cajueiro de Pirangi em matéria na revista O Cruzeiro de 1955
Texto de Ítalo Viola e Fotos de Rubens Américo
O Cajueiro de Pirangi já se consagrou como ponto obrigatório de visita dos que chegam à cidade de Natal. Pirangi é o nome de uma praia, na divisa dos municípios de Natal e Nísia Floresta, na qual o cidadão Sylvio Pedrosa possui um sítio, onde se encontra o cajueiro a que nos referimos e que os moradores do local denominam de “O Polvo”.
Êste cajueiro, segundo os mais velhos habitantes da região, tem aproximadamente uns quarenta anos de existência. Do seu tronco original (um tanto difícil de distinguir para quem o vê pela primeira vez) saíram dezenas de galhos que, por sua vez, transformaram-se em outros verdadeiros troncos, lançando centenas de galhos em tôdas as direções, numa progressão geométrica, numa sinfonia inacabada. Se emendássemos todos êstes galhos e troncos, cobriríamos, com a maior facilidade, a distância de um quilômetro. A área dêste cajueiro, verificada pelo seu proprietário, é de 2.000 m2. Quando chega a época de cajus, “O Polvo” mostra a sua pujança e prodigalidade, oferecendo uma média de 500 cajus diários em uma safra de três meses, portanto 45.000 frutos.
Assis Chateaubriand, os Governadores Lucas Garcez, Juscelino Kubitschek, Amaral Peixoto, o escritor e sociólogo Gilberto Freyre, o ex-Embaixador da Espanha e inúmeras outras personalidades celebrizaram o cajueiro de Pirangi com suas visitas.
Num país que soubesse aproveitar as suas atrações naturais para fins turísticos, êste cajueiro estaria mundialmente conhecido, convergindo para êle uma legião de curiosos, tal a sua excentricidade, tal a sua beleza, tal o seu caráter de exemplar único em todo o mundo.
O Cajueiro de Pirangi já se consagrou como ponto obrigatório de visita dos que chegam à cidade de Natal. Pirangi é o nome de uma praia, na divisa dos municípios de Natal e Nísia Floresta, na qual o cidadão Sylvio Pedrosa possui um sítio, onde se encontra o cajueiro a que nos referimos e que os moradores do local denominam de “O Polvo”.
Êste cajueiro, segundo os mais velhos habitantes da região, tem aproximadamente uns quarenta anos de existência. Do seu tronco original (um tanto difícil de distinguir para quem o vê pela primeira vez) saíram dezenas de galhos que, por sua vez, transformaram-se em outros verdadeiros troncos, lançando centenas de galhos em tôdas as direções, numa progressão geométrica, numa sinfonia inacabada. Se emendássemos todos êstes galhos e troncos, cobriríamos, com a maior facilidade, a distância de um quilômetro. A área dêste cajueiro, verificada pelo seu proprietário, é de 2.000 m2. Quando chega a época de cajus, “O Polvo” mostra a sua pujança e prodigalidade, oferecendo uma média de 500 cajus diários em uma safra de três meses, portanto 45.000 frutos.
Assis Chateaubriand, os Governadores Lucas Garcez, Juscelino Kubitschek, Amaral Peixoto, o escritor e sociólogo Gilberto Freyre, o ex-Embaixador da Espanha e inúmeras outras personalidades celebrizaram o cajueiro de Pirangi com suas visitas.
Num país que soubesse aproveitar as suas atrações naturais para fins turísticos, êste cajueiro estaria mundialmente conhecido, convergindo para êle uma legião de curiosos, tal a sua excentricidade, tal a sua beleza, tal o seu caráter de exemplar único em todo o mundo.
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