sexta-feira, 14 de junho de 2013

Imensidão vista do Navio

Foto: Leandro Cunha

UFRN: Terra sem Lei

Foto: Leandro Cunha

Fotógrafo corre o risco de perder a visão após ser atingido por bala de borracha

Sérgio Silva fazia  cobertura do protesto contra a alta da tarifa de transporte em São Paulo. (Foto: Kátia Passos)
Um fotógrafo, que fazia a cobertura do protesto contra a alta da tarifa de transporte em São Paulo ontem no centro da capital paulista, foi atingido por uma bala de borracha no olho e corre o risco de perder a visão.

Sérgio Silva trabalha para agência Futura Press e está internado no hospital Nove de Julho. De acordo com boletim médico, divulgado à familiares na madrugada dessa sexta-feira (14), suas chances de recuperação da visão do olho esquerdo são inferiores a 5%.

"Ele está sedado e estamos providenciando sua transferência para um centro médico especializado em oftalmologia", disse Kátia Passos, mulher do fotógrafo.

De acordo com ela, Sérgio estava na rua da Consolação, próximo a rua Maria Antônia, quando foi atingido pelo disparo. O fotógrafo foi socorrido por um professor que o acompanhava durante a manifestação.

Kátia voltava de viagem e ficou sabendo que seu marido havia sido atingido pelo disparo ainda no aeroporto. "Cheguei a falar com ele por volta das 19h30 e ele estava bem. Logo após isso tentei mais algumas vezes às 20h e às 20h30, mas sem sucesso. Acho que foi nessa hora que ele foi atingido", disse Kátia.

O protesto de ontem também deixou sete jornalistas da Folha feridos, dois deles com tiros de borracha na região do rosto. Os sete estavam identificados como profissionais de imprensa e passam bem.

A repórter da TV Folha Giuliana Vallone teve a região do olho direito atingida por uma bala de borracha e foi hospitalizada. A Folha repudia toda forma de violência e protesta contra a falta de discernimento da Polícia Militar no episódio.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Leica anuncia o lançamento da charmosa Leica M Typ 240

A fama que a marca Leica tem no mercado fotográfico não é a toa. Além de ser conhecida por suas câmeras com design luxuosos, conta com uma qualidade de cair o queixo. O novo lançamento da marca alemã não fica atrás disso. A nova Leica M Typ 240 é um belo brinquedinho para quem ama fotografia de qualidade.

Com um excelente sensor CMOS Leica M Full Frame de 24MP, conta com um ISO que vai de 100 a 6.400. Filma em FULL HD, tira fotografias em RAW e JPG, conta com um visor LCD de 3 polegadas, é compatível com lentes da linha Leica M e é possível acoplar adaptadores para lentes da linha Leica R e lentes viewfinder.

Apesar de a marca ser famosa pelo seus altos preços, a maioria dos fotógrafos que conseguiram juntar uma graninha e adquirir uma câmera da marca alemã não reclamam do resultado. Para ter uma câmera tão prática e bonita na mão, o consumidor vai ter que desembolsar cerca de 6.950 dólares. Salgado, não?

domingo, 2 de junho de 2013

Palermo Shooting

Este é o cantor e ator alemão Campino, no papel de um fotógrafo renomado. No filme Palermo Shooting (2008), o diretor Wim Wenders expõe a crise existencial desse fotógrafo, que apesar da fama, não faz a menor ideia do que fazer com sua vida. O curioso é que o roteiro teve a colaboração de Ingmar Bergman e Michelangelo Antonioni, que morreram no mesmo dia, 30 de julho de 2007. Além de Campino, o elenco do filme foi composto por Dennis Hopper, Giovanna Mezzogiorno, e Lou Reed.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Com uma máquinas dessas...até eu?


Que atire a primeira pedra o fotógrafo que nunca foi ‘desafiado’ com a seguinte frase: “Mas também… com uma máquina dessas, até eu!”. Dias desses, o fotógrafo Leandro Araujo, de Campo Grande (MS), ouviu uma dessas, mas encontrou uma maneira super inteligente de provar que não é com uma câmera que se faz um profissional. Tudo, obviamente, sem “perder a linha”. Veja como foi!

*Por Leandro Araujo

 “No mês passado, eu estava fotografando um casamento e, enquanto eu dirigia a cena com os noivos, um convidado chegou ao meu lado, me pedindo para olhar a imagem na câmera. Mostrei para ele, e ele gostou da foto. Elogiou o meu trabalho, o modo como eu dirigia aquela cena, e aí logo disparou: “Mas também… com uma máquina dessas, até eu!”.

Prontamente, tirei uma foto do chão e mostrei para ele. Perguntei se gostou daquela imagem. E, é claro, ele disse que não. Aí, eu respondi: “Mas foi com a mesma máquina que tirou a foto que você gostou”.

Acabamos rindo da situação, e essa foi a maneira que encontrei para mostrar pra ele que a câmera é um equipamento, que não faz nada sozinho. O fotógrafo é quem dirige a cena e procura momentos de emoção, ou que revele algum sentimento”.