"Nas manifestações deste ano eu tentei ficar mais de lado dos manifestantes e mostrar suas reivindicações . Todo veículo tem a sua escolha, essa foi a minha pessoal. Em uma cobertura de conflito, o lado certo é o que você não se machuque. Trabalho com fotojornalismo faz oito anos e neste ano foi a primeira vez que senti uma hostilidade muito maior por parte da polícia. Os profissionais de imprensa foram atacados por eles, um órgão de Estado, o que é mais preocupante".
Fabio Rocha Braga, fotojornalista da Folha de S.Paulo, revista Imprensa, ed.295.
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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Fotógrafo corre o risco de perder a visão após ser atingido por bala de borracha
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| Sérgio Silva fazia cobertura do protesto contra a alta da tarifa de transporte em São Paulo. (Foto: Kátia Passos) |
Sérgio Silva trabalha para agência Futura Press e está internado no hospital Nove de Julho. De acordo com boletim médico, divulgado à familiares na madrugada dessa sexta-feira (14), suas chances de recuperação da visão do olho esquerdo são inferiores a 5%.
"Ele está sedado e estamos providenciando sua transferência para um centro médico especializado em oftalmologia", disse Kátia Passos, mulher do fotógrafo.
De acordo com ela, Sérgio estava na rua da Consolação, próximo a rua Maria Antônia, quando foi atingido pelo disparo. O fotógrafo foi socorrido por um professor que o acompanhava durante a manifestação.
Kátia voltava de viagem e ficou sabendo que seu marido havia sido atingido pelo disparo ainda no aeroporto. "Cheguei a falar com ele por volta das 19h30 e ele estava bem. Logo após isso tentei mais algumas vezes às 20h e às 20h30, mas sem sucesso. Acho que foi nessa hora que ele foi atingido", disse Kátia.
O protesto de ontem também deixou sete jornalistas da Folha feridos, dois deles com tiros de borracha na região do rosto. Os sete estavam identificados como profissionais de imprensa e passam bem.
A repórter da TV Folha Giuliana Vallone teve a região do olho direito atingida por uma bala de borracha e foi hospitalizada. A Folha repudia toda forma de violência e protesta contra a falta de discernimento da Polícia Militar no episódio.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Após completar 26 anos de casa, fotógrafo Lula Marques é desligado da "Folha de S.Paulo"
Na última segunda-feira, 1º de abril, o repórter fotográfico Lula Marques, coordenador do departamento de fotografia da sucursal de Brasília da Folha de S.Paulo, recebeu com surpresa a notícia de sua demissão. O profissional havia completado exatos 26 anos de casa no mesmo dia.“Este foi meu presente”, ironizou o repórter fotográfico em entrevista à IMPRENSA.
Segundo Marques, o jornal alegou que seu salário era o dobro do pago a um editor de São Paulo, o que teria motivado a demissão. “De certa forma estou me sentindo aliviado. Já há alguns anos, as grandes redações estão sofrendo com esse processo de enxugamento dos profissionais de maiores salários. Eu sempre ficava angustiado, pensando quando seria a minha vez”.
Questionado sobre os planos para o futuro, Marques contou que ainda não assimilou totalmente a notícia, mas que se sente jovem e não quer parar. “Nesse momento é importante ter a cabeça equilibrada para não sentir raiva. Cumpri muito bem meu trabalho e não tenho porque me sentir culpado. De toda essa história, o que tenho a dizer é que a única estabilidade que temos na vida é o nosso nome”.
Procurada pela reportagem, a Folha ainda não se pronunciou.
Segundo Marques, o jornal alegou que seu salário era o dobro do pago a um editor de São Paulo, o que teria motivado a demissão. “De certa forma estou me sentindo aliviado. Já há alguns anos, as grandes redações estão sofrendo com esse processo de enxugamento dos profissionais de maiores salários. Eu sempre ficava angustiado, pensando quando seria a minha vez”.
Questionado sobre os planos para o futuro, Marques contou que ainda não assimilou totalmente a notícia, mas que se sente jovem e não quer parar. “Nesse momento é importante ter a cabeça equilibrada para não sentir raiva. Cumpri muito bem meu trabalho e não tenho porque me sentir culpado. De toda essa história, o que tenho a dizer é que a única estabilidade que temos na vida é o nosso nome”.
Procurada pela reportagem, a Folha ainda não se pronunciou.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Folha de São Paulo está procurando interessado em trabalhar como repórter- fotográfico colaborador.Vagas em Natal e Recife
A Folha está procurando interessado em trabalhar como repórter- fotográfico colaborador nas cidades de:
Acre - Rio Branco
Alagoas - Maceió
Amapá - Macapá
Amazonas - Manaus
Bahia - Salvador
Espírito Santo - Vitória
Goiás - Goiânia
Maranhão - São Luís
Mato Grosso - Cuiabá
Mato Grosso do Sul - Campo Grande
Pará - Belém
Paraíba - João Pessoa
Pernambuco - Recife
Piauí - Teresina
Roraima - Boa Vista
Rondônia - Porto Velho
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte - Natal
Sergipe - Aracaju
Tocantins - Palmas
Os candidatos devem ter:
morar numa das cidades acima ou em local de acesso rápido à cidade
boa cultura geral
experiência em reportagem fotográfica em jornal (de preferência diário) ou revista informativa
conhecimento do noticiário
experiência com procedimentos de indexação e transmissão de imagens
experiência em retratos
conhecimento da língua inglesa,
disponibilidade para viagens
nenhum vínculo com órgãos públicos
Curso de pós-graduação concluído ou em andamento e conhecimentos do Manual de Redação da Folha são desejáveis.
O processo de seleção inclui testes, entrevista e leitura de portfólio.
Inscreva-se até 10/03, envie seu curriculo para treina@uol.com.br e coloque um link para um ensaio de no máximo cinco (5) fotos sobre um tema de sua preferência como exemplo de seu trabalho. Escreva no campo Assunto a sigla C-1185.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
'Fotografe o meu p...', diz Scolari a fotógrafo da Folha
Irritado com o assédio da imprensa na manhã desta quinta-feira no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, o técnico Luiz Felipe Scolari disse um palavrão ao repórter fotográfico da Folha que registrava o desembarque do Palmeiras.
"Fotografe o meu pau", disse o treinador ao profissional, instantes antes de entrar no ônibus do clube.
Flávio Murtosa, auxiliar de Scolari, também reclamou. "Se ficar na minha frente, eu atropelo. Vocês são chatos, hein?", disse.
Nenhum deles falou com os jornalistas no local.
O Palmeiras se reapresenta hoje à tarde após o empate com o Flamengo, nesta quarta, no Rio. O treino, porém, será fechado para a imprensa.
"Fotografe o meu pau", disse o treinador ao profissional, instantes antes de entrar no ônibus do clube.
Flávio Murtosa, auxiliar de Scolari, também reclamou. "Se ficar na minha frente, eu atropelo. Vocês são chatos, hein?", disse.
Nenhum deles falou com os jornalistas no local.
O Palmeiras se reapresenta hoje à tarde após o empate com o Flamengo, nesta quarta, no Rio. O treino, porém, será fechado para a imprensa.
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