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| Foto: Leandro Cunha |
quinta-feira, 11 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Clubes brasileiros adotam fotógrafos exclusivos para garantir a memória de jogos
Emoção é a palavra-chave quando o assunto é futebol. Faro jornalístico é a característica essencial para os fotógrafos que cobrem o esporte. Paixão é o toque especial para os profissionais que acompanham o dia a dia dos principais clubes do país como parte da equipe de comunicação dos times.
Daniel Augusto Jr., fotógrafo oficial do Corinthians, foi o primeiro a inaugurar uma tendência europeia em solo brasileiro. Em 2008, após ser contratado pelo clube, apresentou-se ao técnico Mano Menezes, que, em tom de brincadeira, disse: “Faça o seu trabalho corretamente, e eu farei também o meu”. Deu certo.
A larga experiência em veículos da imprensa paulistana fez com que ele abrisse caminho para que os profissionais de fotografia fossem vistos como essenciais para preservar a memória dos times.
O legado do fotógrafo corintiano já rendeu frutos. Nos cinco anos de trabalho ao lado do time, produziu seis livros sobre as principais conquistas alvinegras nesse período, sendo que o último, sobre o bicampeonato mundial de clubes, lhe rendeu quinto lugar na lista de livros mais vendidos.
Daniel acredita que a contratação de fotógrafos pelos clubes ocorreu quando perceberam que “ter esse profissional no dia a dia é importante”. E defende que essa cobertura seja realizada por alguém que torça pelo time, tanto que recusou trabalhos em outras equipes. “Com toda a certeza, profissionalmente, sairia um bom trabalho, mas talvez faltasse paixão”, revela.
Seguindo o caminho do colega de São Paulo, Alexandre Vidal fotografa o cotidiano do Flamengo há três anos, após outros trabalhos no esporte. O profissional também vê com bons olhos este tipo de ação. “A grande importância de se ter um fotógrafo oficial é que ele se torna um grande aliado ao produzir material exclusivo para o marketing. Sem contar o imenso valor cultural, já que retrato a história da instituição, e isso fica para a eternidade”, diz.
O fotógrafo rubro-negro garante que busca repassar ao leitor/torcedor os sentimentos inerentes a uma partida de futebol nas imagens. “Estou sempre atento e sensível para registrar todas as expressões recorrentes durante um jogo.”
Diferenciados, os profissionais de imagem dos times têm como missão apresentar em seus cliques as características pelas quais o clube é reconhecido, sem perder o foco na informação. Afinal, como define Daniel, “isso é fotojornalismo”.
Daniel Augusto Jr., fotógrafo oficial do Corinthians, foi o primeiro a inaugurar uma tendência europeia em solo brasileiro. Em 2008, após ser contratado pelo clube, apresentou-se ao técnico Mano Menezes, que, em tom de brincadeira, disse: “Faça o seu trabalho corretamente, e eu farei também o meu”. Deu certo.
A larga experiência em veículos da imprensa paulistana fez com que ele abrisse caminho para que os profissionais de fotografia fossem vistos como essenciais para preservar a memória dos times.
O legado do fotógrafo corintiano já rendeu frutos. Nos cinco anos de trabalho ao lado do time, produziu seis livros sobre as principais conquistas alvinegras nesse período, sendo que o último, sobre o bicampeonato mundial de clubes, lhe rendeu quinto lugar na lista de livros mais vendidos.
Daniel acredita que a contratação de fotógrafos pelos clubes ocorreu quando perceberam que “ter esse profissional no dia a dia é importante”. E defende que essa cobertura seja realizada por alguém que torça pelo time, tanto que recusou trabalhos em outras equipes. “Com toda a certeza, profissionalmente, sairia um bom trabalho, mas talvez faltasse paixão”, revela.
Seguindo o caminho do colega de São Paulo, Alexandre Vidal fotografa o cotidiano do Flamengo há três anos, após outros trabalhos no esporte. O profissional também vê com bons olhos este tipo de ação. “A grande importância de se ter um fotógrafo oficial é que ele se torna um grande aliado ao produzir material exclusivo para o marketing. Sem contar o imenso valor cultural, já que retrato a história da instituição, e isso fica para a eternidade”, diz.
O fotógrafo rubro-negro garante que busca repassar ao leitor/torcedor os sentimentos inerentes a uma partida de futebol nas imagens. “Estou sempre atento e sensível para registrar todas as expressões recorrentes durante um jogo.”
Diferenciados, os profissionais de imagem dos times têm como missão apresentar em seus cliques as características pelas quais o clube é reconhecido, sem perder o foco na informação. Afinal, como define Daniel, “isso é fotojornalismo”.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Palestra com o fotógrafo paraibano João Lobo será na UFRN com entrada franca
O público potiguar tem a chance de conferir as imagens experimentais do fotógrafo João Lobo, reunidas no projeto multimídia “Across Lens”. A exposição abre no dia 4 de abril, às 19h, na Galeria Conviv’Art, no Centro de Convivência da UFRN. O projeto reúne, num mesmo espaço, as fotografias que compõem as exposições Across Lens e Tessituras Urbanas.
Esta será uma boa oportunidade para o público natalense tomar conhecimento sobre os caminhos seguidos pela fotografia nas artes visuais de hoje. No dia seguinte da abertura da exposição, 5 de abril, às 9h, na Galeria Conviv’Art, no Centro de Convivência da UFRN, João Lobo ministrará a palestra “Luz e Movimento na Fotografia Contemporânea”.
Em seguida, haverá um debate sobre o tema entre o fotógrafo e a curadora Bete Gouveia (diretora do Instituto de Arte Contemporânea da Universidade Federal de Pernambuco), com mediação de Bruna Lobo (Coordenadora de Artes Visuais da FUNESC/PB e professora da Faculdade IESP).
O projeto “Across Lens” ficará aberto à visitação até dia 26 de abril. As exposições já passaram por João Pessoa (PB) e Recife (PE). No próximo semestre, estão agendadas para Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina).
Serviço
Projeto Across Lens
De 4 a 26 de abril de 2013
Vernissage: 4 de abril, às 19h
Local: Galeria Conviv’Art - Centro de Convivência, Campus da UFRN
Palestra e debate: “Luz e movimento na fotografia contemporânea”
Data: 5 de abril, às 9h
Debatedores: João Lobo, Bete Go uveia e Bruna Lobo (mediadora)
Local: Galeria Conviv’Art - Centro de Convivência, Campus da UFRN
O fotógrafo João Lobo
Nascido no interior da Paraíba, mais especificamente em Brejo do Cruz, a vida de João Lobo mudou quando começou a se interessar por imagens aos 20 e poucos anos, na década de 80. Inquieto e curioso, o trabalho no fotojornalismo – a primeira de suas escolhas na área fotográfica – não o satisfez. Sua vontade era ir além do fato, da imagem-notícia, da narrativa de um evento. Sua agitação pedia mais: o que ele queria era experimentar, ir além do registro e mostrar que a fotografia era, sim, capaz de produzir arte.
Essas experiências o levaram para a Universidade, onde aprofundou conhecimentos teóricos e, também, a lecionar, para que seu trabalho não fosse tão solitário como se apresentava: “A Universidade foi conseqüência do meu aprendizado. O meu estudo de fotografi a sempre foi solitário”. Assim como a de um cientista, sua aprendizagem foi a experiência, pura tentativa e erro. Experiência essa que o levou a sair do Brasil e a levar seus trabalho para diversos países, como Portugal, Argentina, Espanha, França, Holanda e Chile.
As imagens de João Lobo buscam desconstruir o real e servem como suporte e estímulo ao trabalho sempre inovador que o caracteriza. É um experimentalista no sentido mais amplo. Trabalha com a luz, com diferentes filmes, quebrando regras de exposição e processamento, obtendo resultados que quase sempre nos surpreendem e acabam produzindo imagens que nos causam um descondicionamento do olhar. Nada é visto da forma que realmente é. Isso só é possível de ser feito com sucesso, porque sua base tradicional e acadêmica na fotografia é bastante consistente. Nada, nele, é por acaso. Os riscos são calculados e ele conhece muito de regras e padrões a ponto de quebrá-los e, nov amente, como qualquer cientista, ser capaz de reproduzir a experiência, obtendo os mesmos resultados.
Estes quase 30 anos em que vem transitando entre a prática e teoria, permitiram-lhe desenvolver um olhar crítico e um conhecimento da produção contemporânea, especialmente quando o assunto é arte, uma área em que muitos ainda patinam e se eximem de comentar. O sangue paraibano de João Lobo não lhe permite a isenção. Ele é categórico ao afirmar: “a fotografia está no ápice de seu reconhecimento como arte. A gama de possibilidades que o digital proporcionou, induziu o fotógrafo a mostrar suas produções mais abertamente e em maior escala”.
Nisso ele também tem razão. E, como bom crítico, não fica apenas num discurso saudosista ou criticando novas tecnologias. Ele consegue compreender a transformação de visualidade que o digital trouxe não só para a fotografia, mas para a arte de uma maneira ger al: “Outro aspecto salutar é a maior interatividade entre fotografia e artes visuais. De um modo geral, isso facilita o aprendizado e define uma melhor contextualização no ambiente artístico.”
Após completar 26 anos de casa, fotógrafo Lula Marques é desligado da "Folha de S.Paulo"
Na última segunda-feira, 1º de abril, o repórter fotográfico Lula Marques, coordenador do departamento de fotografia da sucursal de Brasília da Folha de S.Paulo, recebeu com surpresa a notícia de sua demissão. O profissional havia completado exatos 26 anos de casa no mesmo dia.“Este foi meu presente”, ironizou o repórter fotográfico em entrevista à IMPRENSA.
Segundo Marques, o jornal alegou que seu salário era o dobro do pago a um editor de São Paulo, o que teria motivado a demissão. “De certa forma estou me sentindo aliviado. Já há alguns anos, as grandes redações estão sofrendo com esse processo de enxugamento dos profissionais de maiores salários. Eu sempre ficava angustiado, pensando quando seria a minha vez”.
Questionado sobre os planos para o futuro, Marques contou que ainda não assimilou totalmente a notícia, mas que se sente jovem e não quer parar. “Nesse momento é importante ter a cabeça equilibrada para não sentir raiva. Cumpri muito bem meu trabalho e não tenho porque me sentir culpado. De toda essa história, o que tenho a dizer é que a única estabilidade que temos na vida é o nosso nome”.
Procurada pela reportagem, a Folha ainda não se pronunciou.
Segundo Marques, o jornal alegou que seu salário era o dobro do pago a um editor de São Paulo, o que teria motivado a demissão. “De certa forma estou me sentindo aliviado. Já há alguns anos, as grandes redações estão sofrendo com esse processo de enxugamento dos profissionais de maiores salários. Eu sempre ficava angustiado, pensando quando seria a minha vez”.
Questionado sobre os planos para o futuro, Marques contou que ainda não assimilou totalmente a notícia, mas que se sente jovem e não quer parar. “Nesse momento é importante ter a cabeça equilibrada para não sentir raiva. Cumpri muito bem meu trabalho e não tenho porque me sentir culpado. De toda essa história, o que tenho a dizer é que a única estabilidade que temos na vida é o nosso nome”.
Procurada pela reportagem, a Folha ainda não se pronunciou.
Curso no Instituto Ricardo Brennand discute fotografia e América Latina
O primeiro módulo do curso de extensão Formas do Olhar, do Instituto Ricardo Brennand (IRB) em parceria com a Pós-Graduação de História da UFPE, busca debater as distintas possibilidades de leitura das imagens fotográficas, vinculando a hermenêutica visual e epistemológica a uma série de investigações concretas em torno da realidade política, cultural e social da América Latina e do México em particular, em diferentes fases dos séculos XIX e XX.
As aulas, a serem ministradas pelo professor Alberto Del Castillo Troncoso, serão no auditório do IRB, entre os dias 16 e 19 de abril. Interessados em participar do curso devem preencher a ficha de inscrição, que deve ser solicitada por e-mail, e realizar depósito bancário identificado na conta corrente do Instituto Ricardo Brennand e em seguida enviá-los (ficha e comprovante de depósito) por e-mail ou fax. O investimento é de R$ 100.
Mais informações
Instituto Ricardo Brennand
(81) 2121.0354
documenta@institutoricardobrennand.org.br
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