sábado, 4 de junho de 2011


Foto:Leandro Cunha

                        Ele andava, pegava alguns cocos nas costas e colocava no lugar que havia destinado. Depois ia de novo, repetindo a mesma ação diversas vezes. Não tinha um carrinho de mão a sua disposição para realizar a tarefa. O carrinho existia sim, nas mãos do “dono do negócio”. O garoto fazia o transporte naturalmente, exercitando os músculos ainda não totalmente formados.
                        Após o trabalho, sentou num batente de frente para o mar. Pensou sei lá o que e voltou ao serviço. Teria que descer os cocos do calçadão para a areia ainda.



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