quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Exposição fotográfica monta linha do tempo do Memorial do Legislativo Potiguar

Foto: Fábio Cortez

O Memorial do Legislativo Potiguar inova ao organizar uma série de álbuns com as imagens que registram a linha do tempo da Assembleia Legislativa do RN. O trabalho, realizado pela equipe do memorial, conta com um acervo fotográfico de aproximadamente 7 mil imagens que serão disponibilizadas para consulta e observação pública a partir de março de 2017.

A ideia dos álbuns surgiu da necessidade, explica a coordenadora do Memorial do Legislativo Potiguar, Bernadete Oliveira. “São muitas fotos que contam a história da Assembleia, dos deputados e do próprio Memorial, desde a sua formação. Como faltaria espaço físico para expor tudo, pensamos nesses álbuns”.

Para que pudessem ficar acessíveis a consulta pública, as imagens foram recuperadas de vários meios, principalmente os digitais. “A proposta era tirar essas fotografias e colocar no papel e deixar esse material fácil para manuseio”, completou. A expectativa é que até março todo esse material esteja pronto. Para 2017, o Memorial do Legislativo Potiguar vai intensificar a visitação de estudantes através de parceria entre a Escola da Assembleia e escolas estaduais.

Com informações da Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Fotógrafa potiguar expõe trabalho que mostra os reflexos do cotidiano da Europa


Desembarca em Natal no próximo dia 16 de dezembro a exposição de fotos “O Véu do Reflexo”, da fotógrafa potiguar Isadora Escóssia. Até o dia 30 de dezembro, no Between Petrópolis estarão expostas 25 fotos, tiradas a partir dos reflexos de vitrines e janelas encontrados nas ruas da Europa, onde vive.

“Faz quatro anos que tiro fotos de reflexos e decidi expor pela primeira vez em Natal, na cidade onde cresci, para compartilhar essas imagens que viraram, de certo modo, minha obsessão fotográfica. Com essa técnica não sabemos direito o que está dentro ou fora, na frente ou atrás, de modo que aquilo que vemos fica como que encoberto por um véu de subjetividade”, conta a psicóloga, que mora na França há oito anos e é doutoranda em psicanálise.

Isadora explica que o cotidiano é sua inspiração, chamando atenção para coisas que acabam fugindo à percepção rápida do olhar, fazendo com que detalhes corriqueiros sejam frutos de surpresas poéticas do dia-dia. “Para fotografar reflexos é preciso resistir a focalizar no que está dentro ou fora, focando naquilo que se encontra entre os dois. O foco é uma escolha que o fotógrafo faz daquilo que parece mais importante num cenário qualquer. Trabalhar com reflexos pluraliza essa escolha pois o desfoque da foto permite um jogo de cores e formas sem artifícios de edição”, completou.

As imagens serão vendidas a preços acessíveis. A ideia da artista é que com o preço em conta, os consumidores possam contribuir para que esse tipo de percepção sirva de inspiração para os caminhos habituais. “A produção artística é como um véu com o qual o artista tenta se esconder, ao mesmo tempo em que se exibe, que se deixa perceber por aqueles que se interessam por sua arte. Dentro da palavra véu, existe um “eu” que se apaga e se mostra cada vez que eu coloco o olho na câmera para fotografar. Meu trabalho fala desse tipo de estranhamento encantador que pode nos surpreender nos reflexos das ruas”.

Essa será a primeira exposição solo da fotógrafa, que faz parte de um coletivo de artistas independentes pluricultural, intitulado “Miscelânea Art Club”. Em grupo, eles já expuseram no Théâtre de l'Orme em Paris; no Vauxhall Gardens Community, em Londres e no Entreato, em Porto Alegre.

A partir do dia 3 de janeiro, a exposição O Véu do Reflexo segue para o Mahalila Café e Livros, em Lagoa Nova.



Serviço

O Véu do Reflexo

Local: Between Petrópolis – em frente ao Atheneu

Período: 16 a 30 de dezembro

Abertura da exposição dia 16 de dezembro, a partir das 20h

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Fotobiografia de Djalma Maranhão será lançada nesta quinta (8) na Assembleia RN


A vida e trajetória de um dos políticos mais influentes da história do Rio Grande do Norte está relatada em fotobiografia. Ex-prefeito de Natal, ex-deputado estadual e federal, o jornalista Djalma Maranhão teve sua trajetória contada através do livro “Djalma Maranhão 100 anos: uma fotobiografia”. A obra foi viabilizada através de convênio da Assembleia Legislativa e Ordem dos Advogados do Brasil, seccional RN, com colaboração de emenda do deputado Fernando Mineiro (PT). O lançamento ocorre nesta quinta-feira (8), às 18h30, no Salão Nobre do Legislativo Potiguar.

"Em 2015 celebramos os 100 anos de nascimento de um dos mais importantes políticos do Rio Grande do Norte, e nesta quinta-feira no ano dos 101 anos vamos celebrar uma publicação que resgata em fotos a história de Djalma Maranhão", comemora o deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa. Segundo Fernando Mineiro (PT) foram impressos 1 mil exemplares para distribuição gratuita. Parte será distruibuida no lançamento, depois em escolas públicas, instituições e durante a exposição fotográfica com a seleção das fotos que compõem o livro. A produção foi realizada por Adriano de Sousa e Giovanni Sérgio Rêgo.

As fotos são do acervo do sobrinho-neto de Djalma Maranhão, Haroldo Maranhão, arquiteto potiguar. O livro tem mais de 260 páginas e mais de 300 fotos. “Tem foto de Djalma Maranhão nu quando bebê, fotos da juventude, da militância política, dos encontros com políticos e autoridades da época e percorrer atos de sua gestão”, explica Mineiro.

A publicação é parte do projeto "Djalma 100", lançado em 2015 em alusão ao centenário do político, e foi viabilizada com remanejamento de recursos através de emenda do deputado Fernando Mineiro. O projeto ainda terá a edição de um segundo livro desta vez escrito pelo advogado e militante político, Roberto Furtado.

Djalma Maranhão foi professor de educação física, ex-prefeito, ex-deputado estadual e federal, ficou conhecido pela campanha “De Pé No Chão Também se Aprende a Ler" e iniciou em Natal um processo de gestão cultural, democrática e popular, levando educação como instrumento de cidadania a todos. Foi cassado e banido na Ditadura Militar, em 1964, e morreu em 1971, exilado no Uruguai.

O ex-prefeito completaria 101 anos no dia 27 de novembro de 2016 e a programação do aniversário terá, ainda, exposição em escolas e o lançamento de outras publicações.

Fonte: ALRN

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Grupo Quintas Fotográficas realiza exposição Em Cores na BCZM

A Biblioteca Central Zila Mamede (BCZM), da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), vem recebendo desde a última quinta-feira, 3, a exposição fotográfica Em Cores, trabalho realizado pelo grupo Quintas Fotográficas. As fotos ficam em exposição até o dia 30 de novembro, das 8h às 18h, no auditório central da BCZM.

Segundo a organização, a exposição é baseada na paixão dos componentes do grupo pela fotografia. Eles unem diferentes olhares e inspiram-se uns nos outros para compartilhar experiências. São 20 integrantes que irão expor os seus trabalhos, sendo quatro imagens por fotógrafo, o que totaliza 80 imagens expostas. As fotos são feitas durante saídas às quintas-feiras para passeios e expedições fotográficas, o que deu o nome do conjunto de Quintas Fotográficas.

Sobre o Quintas Fotográficas

O grupo Quintas Fotográficas teve início em maio do ano de 2015 e é formado por 60 integrantes, todos apaixonados por fotografia. No grupo, existem fotógrafos profissionais e amadores, que se reúnem às quinta-feira para fotografar diversas localidades de Natal e de todo o Estado.

Fonte: Agecom/UFRN

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Mostra fotográfica na UFRN expõe cenas do cotidiano

Quem circula pelos corredores da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) pode conferir até o dia 27 de outubro, as impressões das relações pessoais expostas em imagens em preto e branco.  Captado por meio de lentes diversas, o discurso imagético impresso em 40 fotografias revela uma narrativa poética e nostálgica, e traz para a cena principal aspectos da vida cotidiana nem sempre percebidos.

O namoro de um casal sobre a relva, de Hélcio Maranhão; um voo de kitesurf sobre o Forte dos Reis Magos, registrado por Nilberto Gomes; um encontro familiar entre pai, mãe e filho, numa noite de novena no interior de Serra de Martins, de Lúcia Maranhão; e a cena de uma comunidade numa cerimônia religiosa sob o cenário de nuvens brancas, assinada por Francinete de Oliveira, fixam impressões, mas também trazem para os visitantes e apreciadores um pouco de nostalgia.

Assinados por servidores (professores e técnicos) amantes da fotografia, o mosaico fotográfico, em exposição até a primeira semana de novembro, forma um enredo que tem como pano de fundo momentos singulares na vida de pessoas comuns. Na arquitetura desta construção semiótica um fotógrafo experiente e com traquejo em cursos de fotografia oferecidos pelo Programa Viver em Harmonia da Progesp/UFRN: Cícero de Oliveira.

Lotado na Assessoria de Comunicação da Reitoria (Ascom-Reitoria), com algumas exposições em seu currículo e pré-concluinte do curso de Jornalismo do Departamento de Comunicação Social da UFRN (Decom), do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA), Cícero tem trabalhos publicados em jornais locais e nacionais, revistas científicas e literárias, fotografias oficiais em gabinetes de Brasília, entre outras.

É de sua autoria, por exemplo, a foto da capa da Revista Basculho, publicação cultural editada pela Secretaria de Educação a Distância (Sedis) em 2015. Em preto e branco, o rosto marcado por sulcos chama a atenção pela simbologia emblemática da representação do sertanejo nordestino.

Antes de chegar ao campus central da UFRN, a exposição fotográfica itinerante Redes Sociais percorreu o Hospital Onofre Lopes (HUOL) e os campi de Macaíba, Santa Cruz, Currais Novos e Caicó

Fonte: Agecom/UFRN

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Três motivos para você não perder a exposição Cartografia do Afeto neste sábado

Dezembro de 2015, os fotógrafos Pedro Medeiros, Paulo Fuga e Vanessa Paula Trigueiro retornam para as cidades das quais de certa forma nunca saíram: Areia Branca, Mossoró e Assú. Foi nestes lugares que cada um individualmente começou a colecionar as primeiras memórias, os primeiros afetos e as coisas mais doces, aquelas do tempo de criança.

A viagem que se transformou em documentário (Cartografia do Afeto/ Direção: Johann Jean) foi apenas o primeiro destino do trio que após percorrer outras 12 cidades do interior do estado, chegam a Natal completando o 16º destino do Projeto Câmara Clara – Cartografia do Afeto. Juntos apresentam neste sábado o resultado da imersão feita pelos caminhos do passado.

A exposição com 45 imagens, o lançamento de um documentário e de um foto-livro nos quais contam suas experiências dentro do projeto ocorre neste sábado (15) às 18h na Pinacoteca Potiguar, concluindo a itinerância da Cartografia do Afeto.

Inicialmente programado para percorrer apenas as três cidades nas quais os fotógrafos passaram suas infâncias, a rota acabou inserindo outros vários municípios que dispusessem de casas de cultura em bom funcionamento para receber a parte didática da viagem: oficinas de fotografia.

“A gente ministrava uma oficina de fotografia para os jovens em cada cidade pela qual o projeto passava. Os autores das 15 melhores imagens, escolhidas por votação no Facebook, também virão a Natal pelo projeto para estar com a gente na abertura da exposição”, detalha Paulo Fuga, explicando que além das 30 imagens feitas pelos três fotógrafos durante toda a viagem, compõem a exposição também outras 15 imagens resultantes das oficinas.

Ao todo o projeto percorreu em duas etapas neste ano as seguintes cidades: São Miguel do Gostoso, Goianinha, Macaíba, Serra Negra do Norte, Jardim do Seridó, Florânia, Santa Cruz, São José do Campestre, Campo Grande, Lajes, Mossoró, Grossos, Assú, Apodi e Martins.

Ao NOVO, os fotógrafos Paulo Fuga, Pedro Medeiros e Vanessa Trigueiro  selecionaram algumas imagens do vasto acervo resultante das viagens que realizaram pelo interior do estado e descreveram algumas sensações por trás de cada fotografia clicada nesta empreitada.


AFETO DE RUGAS
(Por: Paulo Fuga)
"Cheguei em Mossoró e a minha avó Neci ficou cega, no mesmo dia. Respirei e fotografei. Por uma porta entreaberta capturei o descanso do meu avô paterno, a gente quase nunca se falou. Um dos meus maiores medos era visitar a casa do meu avô materno, vovô Titico, um homem que tem medo do passado, que chora quando lembra do que já viveu, que andou por vários caminhos e hoje se esconde entre gatos, cachorros, ovelhas, galinhas... Eu fui em lugares, falei com pessoas, mas só em meus avós eu consegui encontrar o que queria: o passado. Mesmo com a passagem do tempo, eles ainda estavam lá enrugados, marcados, curvados, emocionados, intactos. Percebi que não consigo mais encontrar o menino que corria descalço nas ruas ou se escondia dentro de casa com medo. Hoje, homem grande reconheci o quanto tudo é gigante na infância”.


AFETOS DE AUSÊNCIA

(Por: Vanessa Trigueiro)
“A fotografia também desperta a ausência. Mas é aí que a magia acontece. O vazio encontra-se completamente preenchido. Preenchido de ensinamentos, boas energias, lembranças, saudades. Preenchido, sobretudo, de afeto. A presença da ausência do meu avô, Seo Paulo, foi o primeiro sentimento despertado em mim ao retornar à minha cidade de origem, Assu. No entanto, com o passar dos dias, fui percebendo que a garagem empoeirada, a fazenda Arruda dos Trigueiros e todos esses lugares carregavam não só a ausência de Seo Paulo. Todos carregam ausência do que já foi vivido. É, no final, a presença da ausência que nos permite seguir em frente, experimentar novas vivências”.


AFETOS DE AREIA

(Por: Pedro Medeiros)
“Minhas primeiras facetas fotográficas foram como modelo mirim do meu avô, Toinho do Foto, que assinava com o seu ‘A. Vale’, uma criatura do seu tempo, crescendo, flutuando sobre o rio Ivipanim, deslizando nos montes de sal, escapando pelo cais e deixando pedaços de dedo no calçamento. O chamado da vida me leva para longe, para além das fronteiras do Atlântico, Pacífico e Mar Mediterrâneo, levado para rios distantes. Contudo, como todo bom filho da ‘Terra do Sal’, o retorno sempre foi constante. Navegando pela maré das lembranças, do vai e vem ininterrupto dos trabalhadores do mar, das sucessórias idas e vindas à escola e dos passos que mantém viva uma história que jamais parou de acontecer. Passado, presente e futuro em plena união, na dança do tempo. Olhar para dentro, cerrar os olhos e respirar tranquilo. Hoje é um bom dia para fazer história”.

EXPOSIÇÃO//
CÂMARA CLARA - CARTOGRAFIA DO AFETO

Quando? Sábado
Onde?  Pinacoteca Potiguar
Que horas? 18h

Fonte: Novo Jornal

Exposição fotográfica itinerante Redes Sociais segue para Santa Cruz-RN

A interpretação das relações interpessoais pelas lentes das câmeras compõe a exposição fotográfica itinerante Redes Sociais, que percorre os campi da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) durante o mês de outubro, dentro da programação do mês do servidor. Após passar por Macaíba, Caicó e Currais Novos, a mostra chega a Santa Cruz nesta quinta-feira, 13, e a Natal na sexta-feira, 14, onde permanece até o dia 20, no Hospital Universitário Onofre Lopes (Huol). De 21 a 27 de outubro, fica em destaque na Reitoria da UFRN, no campus central.

O acervo fotográfico é resultado do trabalho desenvolvido por estudantes do curso de Aprimoramento em Fotografia, oferecido neste ano para os servidores da UFRN, dentro do Programa de Qualidade de Vida Viver em Harmonia, da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Progesp). A exposição busca “apresentar de maneira poética a beleza do cotidiano e despertar a reflexão sobre o real significado da expressão ‘rede social’, mais antiga e abrangente do que se imagina”, explica o fotógrafo Cícero Oliveira, servidor da UFRN e professor do curso.

Fonte: Agecom/UFRN